Fone: (11) 2016-9600


A vida escolar nos proporciona momentos inesquecíveis. Professores memoráveis, amizades inquebráveis, uma apresentação de dança, um campeonato, o resultado de uma prova, cada um destes momentos se tornam histórias. E que tal contar a sua história aqui no CPC? Escreva para pedagogico@palmarino.com.br e seu depoimento poderá aparecer aqui!



...O lugar onde me acolheram com confiança e motivação quando ainda me faltava tanta coisa além da vontade de ensinar e aprender, onde conheci vários de meus melhores amigos e muitas das pessoas as quais mais admiro e me espelho. Onde recebi uma porção gigantesca de valores e compreensão do respeito ao próximo. Sim, por que "essas coisas" temos que renovar durante toda a vida, apesar de "vir de casa"

É engraçado por que eu passei por muitos colégios durante e depois. O Palmarino foi o que mais me surpreendeu em termos de cobrança dos alunos quanto a valores e ética e a forma de reproduzir tudo isso. A preocupação do corpo docente e diretoria na preservação dos alunos a todo o momento e nas viagens, nossa! Impecáveis a conduta de nossos alunos. E todos que lá estão sabem que o respeito é um dos pontos cruciais exigidos pela direção, a começar pelo respeito que se tratam um aos outros e aos professores.

E quantos alunos maravilhosos o colégio recebeu de braços abertos e entregou a sociedade com tanto orgulho e louvor da missão cumprida ao longo de 40 anos... Eu tenho orgulho de ter passado por essa escola que tanto me ensinou.

Renata de Jesus (Ex-professora)


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Orgulho de ser Palmarino e essa herança passo para minha filha.

Sara Cavalcante (Ex-aluna e mãe de aluna)

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Devo salientar que tenho um uniforme cravado no meu coração por 30 anos...

Ermenson Rutter (Professor e pai de alunos)

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O Colégio Palmarino Calabrez fez parte da vida de muitas famílias que tiveram seus filhos matriculados lá por vários anos e são conhecedores do trabalho e dedicação de toda equipe de funcionários que lá trabalham.

Mara Gianetti (Amiga e Mãe de Ex-alunas)

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Eu cresci aqui dentro e continuo aqui com muito ORGULHO.

Elen Araújo (Funcionária e ex-aluna)

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Muita coisa do que eu sou hoje como HOMEM aprendi no CPC...

Rafael Fernandes Boaventura (Ex-aluno)

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... me orgulho de trabalhar neste local e se possível quero ver meus filhos estudando aqui também, pois confio nos profissionais que estão a frente desta empresa...

Moisés Damião (Funcionário)

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Meus filhos estudaram no CPC e só tenho a agradecer por todo cuidado q receberam...

Léa Tavares (Mãe de Ex-alunos)

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Ali dentro do colégio não existe apenas um grupo de profissionais, mas uma família que luta pelos mesmos ideais, que é formar cidadãos críticos, conscientes e democráticos. Tenho toda a certeza que realizamos o nosso trabalho por amor a nossa profissão e não apenas porque ensinamos, mas porque aprendemos muito a cada dia.

Educar é uma troca, ser educador é ter a missão de transformar vidas, de abrir caminhos para um mundo melhor e uma sociedade mais justa.


Ana Carla Rutter (Professora)

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Era sempre com muito orgulho que preparava minha filha para ir a esse colégio. Com orgulho dizia: ela é uma de vocês.

Marileide Araújo (Mãe de ex-aluna)

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Sem essa escola não seria nem metade do que sou hoje, tenho muito a agradecer por tudo que aprendi com todos... Muito obrigado a todos os professores Ermenson Rutter, Lucilene Campos, CEM Monteiro, Jovina Carneiro, Professora Conceição, Professora Maria e todos os professores do Colégio Palmarino. Parabéns por tudo que vocês fizeram por mim e por meus colegas...


David Alves (Ex-aluno)

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Tia Neusa, Berenice e Rosane


É o Marco Antonio e eu gostaria de agradecer o carinho de todos vocês durante a minha visita na terça-Feira. Fiquei super feliz de poder reencontrar vocês depois de tantos anos.

Hoje já sou um adulto (apesar de achar que sou apenas uma criança crescida) e grande parte do que sou hoje eu tenho que agradecer a vocês e ao Colégio Palmarino Calabrez, pelo comprometimento, pela preocupação em nos tornar cidadãos do bem, pela preocupação em nos dar um ensino de qualidade e pelos momentos incríveis que eu passei ai enquanto fui aluno.


Eu não tenho palavras pra mostrar a minha gratidão a vocês! Eu fiquei muito feliz de poder visita-los e ser bem recebido e de poder ter dado um abraço em vocês, que foram meus educadores, pessoas que me ajudaram a construir o Marco Tilly que sou hoje!


Obrigado de coração!! Minha gratidão será eterna!!


Grande beijo!


Marco Antonio Sanches Tilly (Ex-aluno)
*e-mail enviado à equipe diretiva, após uma visita do aluno ao colégio.


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CARTA ABERTA AO COLÉGIO PALMARINO CALABREZ

“É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.”
Immanuel Kant – filósofo (1724 d.C. – 1804 d.C.)

Ilustríssimo Senhor Mantenedor e Diretores desta instituição,
Senhoras e Senhores professores, pais, alunos e funcionários:


 Nessa semana que passou, tenho voltado muito ao passado. Lembrando dos tempos em que circulei pelos corredores deste colégio, na condição de aprendente. Seria alongar-me demais dizer os inúmeros momentos de profunda experiência que tive pelos anos, na missão louvável da instituição não de transmitir conhecimento, mas despertar o interesse em conhecer ao mundo e a mim mesmo.


Digo essas impressões, pois com felicidade na semana que passou recebi honrosamente a outorga para iniciar o ministério da advocacia. Ao prestar o compromisso para iniciar esse ministério, recordei-me do rapazola de 5 anos que adentrou pela primeira vez a sala de aula, ainda receoso com aquele universo novo que descortinava pelos seus olhos. E, da mesma forma, recordo o último dia de aula, já com 18 anos, onde éramos a esperança no olhar e fé no coração que o melhor para nós estava reservado.

Talvez pensem que esteja fazendo apologia a mim mesmo, mas não estou. Não volto em corpo presente, mas volto nessas linhas para dizer o quanto sou grato por ter sido por 13 anos “um palmarino”. Gratidão essa que não está na superestrutura que ostenta a escola, na alta tecnologia dos equipamentos à disposição dos cursos, nas inúmeras formas de serviços e produtos que ela oferece. Não. O papel prece. O ensino se eterniza. Prova disso foi Aristóteles, o primeiro dos educadores que usava a sala de aula da natureza e a tecnologia suprema do diálogo para tornar os homens civilizados.

Grato sou pelos professores. Seria óbvio dizer isso, não fosse o quanto de valores que eles ao longo dos tempos nos deixam. Por isso, concretizo essa gratidão naquela que é a mais notável pelo tempo e persistência. Professora e “Tia” Neusa, em tuas mãos cumprimento a todos os educadores dessa instituição. Que possam encorajar-se diante dos desafios que adentram as classes diariamente, muita vez pelas nossas próprias mazelas sociais: as drogas, a violência, o lar desestruturado e outras tantas circunstâncias que são secundárias quando olho em vossas mãos e vejo o calejar e as ranhuras cruéis do giz que bravamente empunham como a espada sempre em riste para lutar pelos educandos como se vossos filhos fossem. A vocês curvo-me respeitosamente.

Grato sou pelos funcionários. São pessoas que chamamos despretensiosamente de “tios e tias” quando, na verdade, são senhores e senhoras que trabalham incansavelmente em manter a superestrutura que movimenta essa instituição. São pessoas tão honradas e respeitáveis quanto os próprios professores. Pelas mãos de minha irmã, Taiza, cumprimento a todos e desejo que acreditem no ideal que abraçaram. Não se trata de apenas um ofício diário, um lazer, uma ingrata obrigação como muitos pensam, mas uma grata satisfação auxiliar professores e alunos nessa missão quase mística: de transformar crianças em homens e mulheres prontos para vencer em suas vidas.

Grato sou pelos pais e alunos. Se a educação é o cerne da escola, o manto que a envolve é o espírito de amizade dos pais e colegas. Amizade que, por vezes, se torna restrito nas famosas “panelas”, mas que permanece ao longo do tempo. Porém, quanto tudo isso encerrar, quando cada um tiver que buscar seus objetivos, não se esqueçam de manter as amizades feitas no seio escolar. Elas são valiosas e de uma preciosidade suprema. Por isso, saúdo aos pais pela gloriosa responsabilidade que mantêm para com os filhos, aliada à confiança nos professores, que juntos possibilitam o pleno desenvolvimento dos potenciais das crianças que tornam-se moças e rapazes. Prova disso sou eu, pois foi a confiança, séria, responsável e franca que meus pais depositaram nos educadores que fez essa transformação ser possível.

Grato sou pelos mantenedores dessa instituição. Ao Sr. Antônio Carlos, esposa e família pelo investimento diário nessa ideia chamada simplesmente pelos alunos de “Palmarino”. Vejo o quanto essa ideia progrediu e poderá ainda mais, se houver empenho e dedicação sérios no ideal. Se assim for, serão eternamente gratos por todos que passarem por aqui, inclusive este que vos fala. Também endereço minha gratidão em preces rogativas ao “pai” da ideia: o Sr. Palmarino. Relembro o retrato dele em seu gabinete, materializado num rosto gentil que sorri eternamente para render-lhe forças para que continue firme nesse ideal, recordo que falar dele é falar da história desse bairro. As gerações de ontem, hoje e sempre serão gratas por manter as portas desse Colégio abertas, seja no n. 178 ou 411 da Otelo Augusto Ribeiro.

A carta aberta, que propus no início, na sua finalidade típica tem apenas uma reivindicação. A de manifestar minha gratidão pela escola onde me fiz o que sou hoje. Ao passar pela frente da escola, um laço de lembrança ainda coroa meus pensamentos. No dia em que, num gesto simples, mas simbólico para mim, plantamos no jardim um pau-brasil. Árvore símbolo das glórias do país que vivemos nossas lutas diárias, toda vez que topo com a árvore, antes uma muda e agora um galho robusto, tenho-a como o símbolo da missão dessa instituição. Os galhos se alongam espinhudos, mas ao final perfazem folhas que refrescam e abrigam os combalidos do caminho. Assim é a escola. Lugar que permite o desenvolvimento de pessoas que no futuro serão aqueles que irão refrescar e abrigar os combalidos do caminho.
É o Palmarino, o Colégio, a escola, o segundo lar, repetindo a orientação do Mestre dos Mestres na parábola inesquecível: um semeador saiu a semear...Kant estava certo.

Em tempo, desejo a todos um Feliz Natal e que em 2013, uma vez mais, o Palmarino abra as portas para contemplarmos o maior espetáculo da vida: ensinar e aprender.

Muito obrigado!


JADER KALEO DE OLIVEIRA
Bacharel em Direito pela Universidade Anhembi Morumbi
Advogado do Banco Bradesco S.A.

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